minha byron aspirina
enxaquecas
minhas maos cansadas
noites longas acordadas
minha sina
o meu nada
minha taca transbordada
so para um dia eu poder voltar
aa sua graca
regressei
divina Ela
despretenciosa
mais que bela
charmosa
cafona
orgulhosa
no por cima disso e daquilo
o de baixo nao me toca
no chega pra la a fofoca
a mediocridade ociosa
na lusofonia prosa
farta
quem sobrou
descarta
21.09.2009
piątek, 16 października 2009
MAFRA
colosso de ouro escravo
gratidao monumental ao ceu
antes fosse de gesso
antes contasse o preco
vidas poupasse
pela vida de um filho seu
20.09.2009
gratidao monumental ao ceu
antes fosse de gesso
antes contasse o preco
vidas poupasse
pela vida de um filho seu
20.09.2009
ERICEIRA
passeia decotada a beiramar
cocote alva linda sem perdao
a meia noite perco-a na praca
baixo a escadaria me reaparece
de camisola branco - azulao
me pega pela mao e aquece
no labirinto filigrao
mulher que chamam verdadeira
para amar amante primeira
que eh o que eh e nao lamenta
arenosa e aguenta
17.09.2009
cocote alva linda sem perdao
a meia noite perco-a na praca
baixo a escadaria me reaparece
de camisola branco - azulao
me pega pela mao e aquece
no labirinto filigrao
mulher que chamam verdadeira
para amar amante primeira
que eh o que eh e nao lamenta
arenosa e aguenta
17.09.2009
ERICEIRA
passeia decotada a beiramar
cocote alva linda sem perdao
a meia noite perco-a na praca
baixo a escadaria me reaparece
de camisola branco - azulao
me pega pela mao e aquece
no labirinto filigrao
mulher que chamam verdadeira
para amar amante primeira
que eh o que eh e nao lamenta
arenosa e aguenta
17.09.2009
cocote alva linda sem perdao
a meia noite perco-a na praca
baixo a escadaria me reaparece
de camisola branco - azulao
me pega pela mao e aquece
no labirinto filigrao
mulher que chamam verdadeira
para amar amante primeira
que eh o que eh e nao lamenta
arenosa e aguenta
17.09.2009
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